O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, assumiu uma posição mais ativa para tentar administrar a crise que afeta a Suprema Corte. Fachin tomou para si o inquérito das fake news, que estavam com Alexandre de Moraes, e reconduziu o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ao seu cargo. Os principais jornais do país elogiaram a ação de Fachin.
A crise no STF tem sido uma das principais preocupações dos dois principais candidatos à presidência da República. O presidente Lula pediu o fim do sigilo sobre as investigações do caso Master. O ministro André Mendonça aceitou a delação de um empresário envolvido no financiamento ao filme Dark Horse, sobre uma biografia do ex-presidente Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro quer vincular o ministro Alexandre de Moraes ao governo visando desgastar o presidente Lula. O ataque ao Supremo tem sido uma das principais bandeiras da oposição.
Na área internacional, a situação ficou mais crítica, com o Irã atacando bases americanas na Jordânia e os Estados Unidos fazendo ataques a petroleiros iranianos.
Com o recrudescimento do conflito, o petróleo voltou a superar os US$ 100 o barril, o que tem levado apreensão sobre a economia internacional. A expectativa é que haja impacto sobre a inflação e os juros internacionais.
Na economia, a Petrobras anunciou reajustes nos preços da gasolina e do diesel, mas o aumento não será repassado ao consumidor. Haverá compensação de impostos, para que os preços possam continuar no patamar atual.