Os jornais deste sábado trazem assuntos diferenciados em suas manchetes. O Estado de S. Paulo registra que cinco ministros votaram para garantir alguns benefícios a juízes e procuradores, os chamados penduricalhos. O assunto vem sendo discutido há vários meses e o STF agora está se pronunciando formalmente. A posição dos ministros foi criticada por entidades de direito civil.
A Folha de São Paulo publica entrevista com o líder do governo Jacques Wagner, do PT da Bahia, que se defende de ter atuado em favor do grupo Master. Wagner, que será substuído no cargo, disse que todo prefeito e governador mantém contato com empresários e critica a atuação da PF.
O Globo destaca os indicadores referentes ao nível de emprego no país, divulgados pelo IBGE e pelo Ministério do Trabalho. O país registrou taxa de 5,6% de desemprego no trimestre encerrado em maio, a menor já observada na série histórica do indicador.
Na área internacional, os jornais destacam a tragédia na Venezuela, onde terremotos teriam deixado mais de 50 mil desaparecidos, segundo a ONU. O país enfrenta grandes dificuldades para atender os atingidos.
Na política, os jornais mostram que as divergências públicas na família Bolsonaro continuam preocupando os líderes do PL. O presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo disse que a divergência ‘é assunto sério’.
A questão da publicidade das bets em redes de televisão, especialmente durante jogos da Copa do Mundo, foi amplamente debatida nos jornais de hoje. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, quer que as redes de tevê façam alerta sobre os riscos de apostas, assim como ocorre com a publicidade de cigarros e bebidas.