O governo conseguiu uma vitória expressiva com a aprovação do projeto de mudança no imposto de renda no Senado. Agora, os assalariados que ganham até R$ 5.000 ficam isentos e haverá incidência de tributação sobre quem tem maiores rendas, com a taxação mínima de 10%, incidindo também sobre os dividendos.
Essa era uma pauta antiga do governo Lula e tende a ser um dos principais pontos a ser destacado nas eleições presidenciais de 2026. As novas regras passam a valer já a partir de janeiro.
Na área internacional, os jornais destacam as grandes vitórias do Partido Democrata nos Estados Unidos, configurando uma grande derrota para o presidente Donald Trump. Um muçulmano, nascido na Uganda, será o prefeito de Nova York. Com apenas 34 anos Zohran Mandani se destacou como o principal fenômeno nesta eleição.
Ainda nos Estados Unidos, a Suprema Corte colocou em dúvida a imposição de tarifas de importação pelo governo americano. Na prática, na avaliação de alguns juízes, isso significa uma taxação adicional sobre o povo americano, o que é uma atividade inerente ao Legislativo. Trump prometeu reagir, mas a questão tende a ter fortes repercussões internacionais. Não há data para a decisão final.
Em Belém do Pará, começou a Cúpula dos Líderes, reunindo mais de 50 chefes de estado e de governo para discutir questões climáticas. Uma das prioridades do governo brasileiro é aprovar um fundo internacional para a preservação de florestas.
Na economia, o Banco Central manteve a taxa Selic em 15% ao ano, em decisão unânime da diretoria, que sinalizou que os juros devem continuar elevados por um longo período. A manutenção da taxa já era esperada pelo mercado. A bolsa de S. Paulo voltou a registrar recorde, batendo os 153 mil pontos.