A prisão de um ex-presidente do INSS está em destaque dos jornais desta sexta-feira. Alessandro Stefanutto presidiu o órgão na gestão Lula, o que elevou a pressão sobre o governo. Segundo a Polícia Federal, ele recebia R$ 250 mil mensais de propinas para facilitar acordos de descontos sobre os recebimentos de aposentados e pensionistas.
Segundo o presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana, há negociações envolvendo delações premiadas sobre o caso, o que pode trazer informações mais delicadas sobre o processo.
Outro assunto que tem gerado tensão no Congresso é a pauta referente à uma nova lei de combate às facções criminosas. O projeto está previsto para ser votado na semana que vem, mas ainda há vários pontos sob discórdia entre o governo e a oposição.
Na economia, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deu longa entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, quando se disse ‘decepcionado’ com a posição do Banco Central de não reduzir os juros. Haddad disse que tem conseguido melhorar a gestão das contas públicas e isso será reconhecido ‘em breve’.
Na área internacional, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, manteve reunião com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, quanto às tarifas sobre as exportações brasileiras. Vieira se disse otimista com as negociações.
Na COP 30, a ONU reclamou formalmente da falta de organização nos eventos que estão sendo realizados em Belém, no Pará. A entidade exigiu maior empenho das autoridades brasileiras quanto à infraestrutura para as reuniões. Os jornais informam que há pouca possibilidade de acordo quanto aos combustíveis fósseis nos impactos climáticos, que tem forte oposição dos países árabes. O comércio local reclama do fraco movimento dos turistas durante o evento.