1. A CPMI sobre o INSS tende a ser encerrada, após o plenário do Supremo Tribunal Federal derrubar a decisão do ministro André Mendonça, que havia aceito a sua prorrogação. Agora caberá ao Senado encerrar os trabalhos da CPMI que durou seis meses, com muitas acusações entre governo e oposição.
  2. Ainda na política, uma decisão do judiciário sobre o quadro político foi no Rio de Janeiro. A Justiça anulou a eleição-relâmpago na Alerj referente ao governo do Estado, após a cassação do ex-governador Cláudio Castro. O assunto continuará em discussão até segunda-feira, quando deverão ser divulgadas as normas para a eleição-tampão no Rio.
  3. Na economia, os jornais continuam acompanhando os efeitos da guerra no Oriente Médio e os possíveis efeitos no abastecimento de combustíveis no Brasil. A Agência Nacional do Petróleo afasta a possibilidade de desabastecimento. A Petrobras aumentou a oferta de diesel no mercado interno.
  4.  O Banco Central divulgou os dados sobre o endividamento das famílias brasileiras, considerado ‘preocupante’ pela autoridade monetária. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, observou que o crédito rotativo fica mais de 100% ao ano e prejudica as famílias e o consumo. Ele disse que o governo busca solução para a situação.
  5. O IBGE divulgou os dados referentes à inflação em março, com o IPCA-15 atingindo 0,44%, ficando acima da expectativa do mercado. No período de 12 meses, o índice ficou em 3,90%, dentro da meta do BC. A previsão é que a inflação continuará pressionada o ano todo.
  6. Na área internacional, o conflito no Irã continua sendo destaque dos jornais. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as negociações com o Irã ‘estão indo bem’, mas o governo iraniano não confirma as conversas. Tanto o Irã quanto Israel continuaram com as suas atividades bélicas e o estreito de Ormuz continua fechado à navegação, afetando os preços do petróleo, que voltaram a subir.
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