O Fundo Monetário Internacional divulgou novas projeções sobre a economia mundial e, no caso do Brasil, há o alerta de que a dívida pública deve atingir 100% do PIB nos próximos anos. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, deu entrevista reiterando que o endividamento público no Brasil é plenamente administrável.
Um sinal nesse sentido foi o leilão realizado pelo Tesouro no mercado internacional, com a captação de US$ 5 bilhões, em taxas consideradas atrativas pelo Banco Central. Houve forte procura pelos títulos brasileiros o que, para o governo, sinaliza confiança dos investidores estrangeiros na economia brasileira.
O governo enviou o projeto da LDO, que traça as diretrizes para o orçamento federal. A previsão é de equíbrio nas contas públicas e a projeção é que os ajustes necessários para isso se darão pelo lado das despesas e não por aumento de receitas.
O Supremo Tribunal Federal continuou o embate com o Senado por conta do relatório da CPI do crime organizado, que cita ministros do STF. Mesmo o relatório tendo sido rejeitado, o ministro Gilmar Mendes pediu para a PGR investigar a atuação do senador Alessandro Vieira, que foi o relator da comissão.
A empresa Genial/Quaest divulgou nova pesquisa eleitoral, que mostra avanço do senador Flávio Bolsonaro entre os eleitores. Ele está com ligeira vantagem (42%) em relação ao presidente Lula (40%), o que indica empate técnico, mas favorável à Flávio.
Na área internacional, o Irã anunciou que pretende retomar as negociações com os Estados Unidos para o término do conflito no Oriente Médio. Mas o país ameaçou que pode prejudicar a navegação de navios no Mar Vermelho se os Estados Unidos atacarem os portos do país, conforme o presidente Donald Trump ameaçou. A China, pela primeira vez, alertou que a situação deve ser tratada com cautela para não piorar o cenário atual.